domingo, 18 de setembro de 2011

A volta à origem

Em 2000 voltei à Escola Pe. João Botelho. Escola nova, turma nova. Apresentei uma diferença comportamental em relação ao tempo de Diogo de Vasconcelos, eu finalmente voltei a praticar esportes durante as aulas de educação física.

Eu me comportava como um bom aluno, mas era um pouco deslocado. Às vezes era tido um pouco estranho. Esta foi minha 5ª série.

O ano seguinte marcou minha vida como o ano de minhas primeiras notas ruins. A sexta série não era tão fácil, tive notas que aparentemente prenunciavam um declínio no meu comportamento escolar. Ao final do terceiro bimestre – era assim que distribuíam os pontos –, vi que tinha apenas dois meses para conseguir 22 em 30 pontos em matemática, um tarefa muito difícil. Diferente das notas em matemática, as notas de história eram boas, precisa de 10 pontos em 30 para passar, nas demais matérias já tinha passado.

Uma grande virada:

Passei em matemática sem precisar de recuperação. O mesmo não aconteceu em história.

Precisei fazer recuperação para sofrer a repetência. Um garoto chamado Bruno, que tinha os horários das provas, havia me perguntado em qual matérias eu tinha pegado recuperação. Respondi práticas comerciais, esquecendo de dizer também história, o que me impediu de fazer os dois trabalhos que valeriam 20 pontos dentro da recuperação cada um, uma prova valeria 60.

Só consegui recuperar a data da prova. Fiz uma prova aberta. Fechei a prova.

A sétima série

Esta etapa foi e vem sendo muito importante em minha vida. Uma das amizades mais necessárias em minha até agora foi feita nessa época. A dupla formada nesta série não permaneceu na mesma sala no ano seguinte e, por isso, não voltou também a estudar junta.

O ano seguinte foi ano de formatura, a primeira, espero, de muitas. Ano marcado por brincadeiras e até por certa de seriedade de minha parte. No mesmo ano comecei a estudar inglês. Amava música, mas não entendia bem o que ouvia. Fiquei no curso durante quase seis anos.

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